PERDA DE VALORES...
domingo, 8 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
COMO EXPLICAR SEM OFENDER
Um homem de 90 anos estava fazendo seu check-up anual.
O médico perguntou como ele estava se sentindo:
- Nunca me senti tão bem!
Respondeu o velho.
- Minha nova esposa tem 18 anos e está grávida, esperando um filho meu.
Qual a sua opinião a respeito?
O médico refletiu por um momento e disse:
- Deixe-me te contar uma estória:
Eu conheço um cara que era um caçador fanático, nunca perdeu uma estação de caça.
Mas, um dia, por engano, colocou seu guarda-chuva na mochila em vez da arma.
Quando estava na floresta, um urso repentinamente apareceu em sua frente.
Ele sacou o guarda-chuva da mochila, apontou para o urso e... BANG, o urso caiu morto!
- HA!HA!HA!HA!
Isto é impossível disse o velhinho, algum outro caçador deve ter atirado no urso.
- EXATAMENTE!!!
Relacionamentos
(Arnaldo Jabor)
Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida.
Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah, terminei o namoro...
- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...
- Cinco anos.... que pena... acabou...
- é... não deu certo...
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos essa coisa completa.
Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.
Tudo junto, não vamos encontrar.
Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer.
Não brigue, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar... ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.
Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob pressão?
O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós.
Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói. Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte. Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo.
E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear.
E nem todo sexo bom é para descartar... ou se apaixonar... ou se culpar...
Enfim...quem disse que ser adulto é fácil ????
(Arnaldo Jabor)
Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida.
Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah, terminei o namoro...
- Nossa, estavam juntos há tanto tempo...
- Cinco anos.... que pena... acabou...
- é... não deu certo...
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos essa coisa completa.
Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.
Tudo junto, não vamos encontrar.
Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante... e se o beijo bate... se joga... se não bate... mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer.
Não brigue, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar... ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.
Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob pressão?
O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós.
Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói. Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração... Faz parte. Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo.
E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse... A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear.
E nem todo sexo bom é para descartar... ou se apaixonar... ou se culpar...
Enfim...quem disse que ser adulto é fácil ????
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Os homens-gato da série "Thundercats", ícone da TV nos anos 1980, estarão de volta em breve à telinha.
O departamento de animação dos estúdios Warner Bros. anunciou nesta quinta-feira (3) que irá produzir um novo desenho animado baseado nos personagens.
Segundo o estúdio, a nova série terá apelo tanto entre os fãs da primeira fase do desenho quanto entre os que nunca o assistiram.
Na trama da nova temporada, "Thundercats" pretende contar a história do príncipe Lion-O e sua ascensão ao trono de Thundera.
"Thundercats" em sua versão para o século XXI será exibido pelo Cartoon Network dos Estados Unidos a partir de 2011.
domingo, 23 de maio de 2010
Amor não é sacrifício...
Imagem do livro "O Mago",
de Fernando Morais
de Fernando Morais
Onde se pode tudo já não é amor.
Não é permitido qualquer coisa, podemos transformar um sentimento verdadeiro em submissão e tirania. As fronteiras são quase invisíveis.
Antes de ser mago e professar curas pelo caminho de Santiago, Paulo Coelho escorregou na magia negra de seus relacionamentos.
Está lá em sua biografia escrita por Fernando Morais.
Na juventude, namorava uma mulher linda, Fabíola. Ele não acreditava que ela, tão elegante, tão justa, tão educada, tão exuberante, tivesse o escolhido.
Pediu uma prova. Ela respondeu ingenuamente "o que quiser" (quantas vezes respondemos antes mesmo de ouvir a pergunta?).
Ele cruelmente apagou o cigarro em sua coxa. Ela não podia chorar, deveria receber a marca calada, como uma vaca, um animal doméstico. Acolher a ferradura em brasa e se apequenar a um dono.
A cicatriz existe até hoje e sempre existirá debaixo das saias, por mais coloridas que sejam.
Amor não é cartório para autenticar assinaturas. É muito simples. Ou é bom ou não é amor.
Quem pede provas pede renúncia. Quer encerrar o assunto, não prosseguir a convivência com as dúvidas e a oposição necessárias para aperfeiçoar o entendimento.
Diante de exemplos como o de Fabíola, raramente a carapuça serve. Pensamos: que horror! Eu jamais faria isso. Mas deixar de ser quem somos em nome da paixão é corriqueiro. Parece que defendemos uma causa maior do que a própria vida.
O sacrifício não é uma medida. A matemática da relação funciona de modo pouco óbvio. Negar o pedido é abrir espaço para a diferença e cultivar o contraponto.
Exigir que o namorado ou a namorada satisfaça nossas inseguranças é o trajeto mais fácil e o mais doloroso no final. Terminaremos ambos insatisfeitos e feridos com as excentricidades.
Felizes para sempre é agora.
Não é permitido qualquer coisa, podemos transformar um sentimento verdadeiro em submissão e tirania. As fronteiras são quase invisíveis.
Antes de ser mago e professar curas pelo caminho de Santiago, Paulo Coelho escorregou na magia negra de seus relacionamentos.
Está lá em sua biografia escrita por Fernando Morais.
Na juventude, namorava uma mulher linda, Fabíola. Ele não acreditava que ela, tão elegante, tão justa, tão educada, tão exuberante, tivesse o escolhido.
Pediu uma prova. Ela respondeu ingenuamente "o que quiser" (quantas vezes respondemos antes mesmo de ouvir a pergunta?).
Ele cruelmente apagou o cigarro em sua coxa. Ela não podia chorar, deveria receber a marca calada, como uma vaca, um animal doméstico. Acolher a ferradura em brasa e se apequenar a um dono.
A cicatriz existe até hoje e sempre existirá debaixo das saias, por mais coloridas que sejam.
Amor não é cartório para autenticar assinaturas. É muito simples. Ou é bom ou não é amor.
Quem pede provas pede renúncia. Quer encerrar o assunto, não prosseguir a convivência com as dúvidas e a oposição necessárias para aperfeiçoar o entendimento.
Diante de exemplos como o de Fabíola, raramente a carapuça serve. Pensamos: que horror! Eu jamais faria isso. Mas deixar de ser quem somos em nome da paixão é corriqueiro. Parece que defendemos uma causa maior do que a própria vida.
O sacrifício não é uma medida. A matemática da relação funciona de modo pouco óbvio. Negar o pedido é abrir espaço para a diferença e cultivar o contraponto.
Exigir que o namorado ou a namorada satisfaça nossas inseguranças é o trajeto mais fácil e o mais doloroso no final. Terminaremos ambos insatisfeitos e feridos com as excentricidades.
Felizes para sempre é agora.
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domingo, 9 de maio de 2010
CERTEZAS...
Não quero alguém que morra de amor por mim...
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível...
Só quero que meu sentimento seja valorizado.Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento...e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz. Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas... Que a esperança nunca me pareça um NÃO que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como SIM.
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena.
(Mário Quintana)
sábado, 1 de maio de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Como contrariar a ordem do chefe
sáb, 17/04/10 por Thiago Cid
Ninguém sabe o que se passou na cabeça de cada executivo e contador da empresa americana Enron quando eles forjaram o balanço da companhia e esconderam dívidas superiores a US$ 25 bilhões (a empresa foi considerada um estrondoso caso de sucesso e inovação até se desintegrar na megafraude descoberta em 2002). Muitos podem ter se sentido mal ou com medo ao maquiar os números, mas o fizeram mesmo assim. Quantos deles tentaram reagir? Como um funcionário poderia ter evitado a pilantragem? E no Brasil, será que algum funcionário da Sadia teve dilemas diante de ordens relacionadas ao uso de derivativos cambiais que resultou em prejuízo de quase R$ 800 milhões para a empresa, divulgado em 2008? O que fazer quando o chefe dá a você uma tarefa desagradável ou que você considere antiética?
Claro, a Enron é um exemplo extremo. Ela empregava mais de 21 mil funcionários, vários níveis agiram em conluio e a pressão em cima dos que resistiram à fraude deve ter sido esmagadora. E as tarefas distribuídas não eram apenas antiéticas — eram ilegais. Mas imposições de tarefas que contrariam os princípios do funcionário acontecem diariamente nas empresas. Uma pesquisa feita pela consultoria americana Ethics Resource Center apontou que 10% dos entrevistados já receberam ordens para executar tarefas de caráter duvidoso. Desses, 69% afirmaram que as determinações vieram do superior imediato.
Adotar como caminho a obediência cega (ou cínica) pode até parecer a solução mais prática, realista ou segura para a manutenção do emprego. Mas ela traz riscos. O executor de uma tarefa dessas corre sempre o risco de levar a culpa sozinho, sem que o chefe que deu a ordem assuma qualquer responsabilidade. Na hora em que os resultados ruins aparecem, afirmar “eu estava só cumprindo ordens” não adianta muito.
Nós listamos algumas medidas de segurança para você adotar, caso acredite que esse tipo de tarefa vá cair no seu colo, e conversamos com oWilson Lourenço, diretor da consultoria de recursos humanos Compass, que deu alguns conselhos sobre como lidar com essa desconfortável situação:
1 – faça uma distinção clara entre tarefas A) simplesmente desagradáveis para você (mas não prejudiciais a empresa nem a ninguém), B) que você considere equivocadas do ponto de vista tático ou estratégico do negócio (mas não imorais nem ilegais), C) antiéticas ou imorais (que dependem, em grande parte, do que você acredita e do que é aceitável no seu meio) e D) ilegais (que você deveria denunciar, sempre). Cada uma exigirá um tipo e uma intensidade de reação diferente;
2 – conhecer os gostos e valores do chefe ajuda a entender o que o motiva. Tende entender logo o que o irrita, o que o acalma, como ele reage a uma opinião contrária e o que causa empatia, a fim de negociar melhor. Se for o caso, busque informações – discretamente – com colegas e outras pessoas que tenham acesso mais fácil a ele;
3 – quem se vê prostrado diante de dilemas morais no trabalho deve treinar a assertividade nas relações pessoais e familiares. Seja por timidez ou medo, praticar dizer “não” em círculos mais íntimos dá a confiança para repetir a resposta no trabalho;
4 – registre as ocasiões em que o curso de ação inicialmente planejado acabou mudando, e aquelas ocasiões em que a mudança levou a um bom resultado final (a mudança não precisa ter sido sugestão sua). Esses episódios serão munição valiosa em discussões futuras;
5 – se o fatídico pedido chegar, o profissional deve se munir de informações e organizar a tática para negociar. Há dois caminhos básicos: dizer que não se sente confortável com a tarefa e pedir para não realizá-la ou tentar demovê-lo da ideia;
6 – recorra ao poder do exemplo — estratégias fracassadas, carreiras prejudicadas e imagens arranhadas em episódios passados podem ser bem convincentes. Pelo menos no campo da imagem e da comunicação, a maré está a favor dos indivíduos e organizações éticos e atentos às necessidades do público mais amplo;
7 – há sempre uma grande chance de o chefe não ceder. Se o pedido realmente for devastador, toda a relação já está em crise. O chefe sabe que há algo de errado ou imoral e ele não que saber de lições. Ele quer a cumplicidade e ponto. Recusar a ordem pode tornar inustentável a continuação na empresa.
É hora de tomar a decisão.
http://colunas.epoca.globo.com/trabalhoevida/2010/04/17/como-contrariar-a-ordem-do-chefe/
http://colunas.epoca.globo.com/trabalhoevida/2010/04/17/como-contrariar-a-ordem-do-chefe/
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