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quarta-feira, 5 de junho de 2013
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
OS BANDIDOS AGRADECEM...
ATENÇÃO! MÁXIMA ATENÇÃO! EDITORIA DO JORNAL "O ESTADO DE SÃO PAULO"
Não é todo dia que vemos um dos maiores jornais do país se declarar contra as campanhas de desarmamento!
Vejam o editoria do Estadão abaixo e mandem seu apoio para o e-mail forum@grupoestado.com.br ou no Facebook do jornal:
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=578250658856667&set=a.124486140899790.24501.115987058416365&type=1&theater
Os bandidos agradecem
27 de dezembro de 2012 | 2h 06
O Estado de S.Paulo
A cada Campanha Nacional do Desarmamento, como a que está sendo
veiculada, a sociedade fica mais vulnerável, e os bandidos, mais à
vontade. Os argumentos das autoridades permanecem mais ou menos os
mesmos desde 2004, quando essas campanhas começaram: a defesa dos
cidadãos cabe exclusivamente à polícia e disparos acidentais de armas de
fogo provocam tragédias familiares. Não se discute que é preciso
treinamento para manejar armas, como, de resto, é preciso treinamento
para dirigir um carro, cujo mau uso o torna tão letal quanto um
revólver. Já o argumento de que não cabe ao cidadão ter instrumentos
adequados para se defender da ameaça de bandidos armados é ominoso.
O mote da campanha atual é: "Proteja sua família. Desarme-se". Trata-se
de uma série de depoimentos de pais cujos filhos foram vítimas de
disparos acidentais de armas de fogo. A intenção, segundo o Ministério
da Justiça, é mostrar que não vale a pena correr os riscos que ter uma
arma em casa implicam. "A arma é um excelente instrumento de ataque e um
péssimo instrumento de defesa, principalmente para as pessoas que não
têm habilidade em usá-la", disse a secretária nacional de Segurança
Pública, Regina Miki. Segundo ela, "a sociedade tem o direito de exigir
do Estado que qualifique e equipe muito bem os policiais para
defendê-la", pois "essa é competência do policial, e não do cidadão".
Trata-se de um raciocínio primário. É óbvio que cabe ao Estado proteger
seus cidadãos, pois é o Estado que detém o monopólio do uso legítimo da
força. No entanto, como sabe qualquer cidadão letrado, esse monopólio
tem sido diuturnamente desafiado pelo crime organizado e pela bandidagem
em geral, que mesmo de dentro das penitenciárias conseguem fazer valer a
lei da barbárie. Há cidadãos que desejam ter meios para enfrentar os
criminosos caso os agentes do Estado não estejam por perto para fazê-lo,
situação que é rotineira nas grandes cidades. A lei faculta a esses
indivíduos o direito de proteger a si e a sua família da melhor maneira
possível - é a chamada legítima defesa. Trata-se de uma questão pessoal,
sobre a qual o Estado não pode jamais interferir, pois a lei não
determina que os cidadãos devam ficar inertes ante a violência que
eventualmente sofram.
Mas o discurso das campanhas de
desarmamento transformou o ato de se defender em uma violência
equivalente à cometida pelos bandidos - se não pior, porque os
criminosos, de acordo com o sociologuês acadêmico que pauta esse debate,
agem porque são vítimas do "sistema", enquanto os indivíduos que se
defendem usando armas de fogo são, estes sim, elementos violentos.
Somente neste ano, três inocentes que reagiram a assaltantes armados
foram processados por crime de homicídio doloso triplamente qualificado.
Em um dos casos, uma senhora de 86 anos cuja casa estava sendo
assaltada, em Caxias do Sul (RS), pegou um velho revólver calibre 32 e
conseguiu matar o ladrão a tiros. Como a arma não tinha registro, ela
foi indiciada e se tornou ré, apesar de ter somente tentado proteger sua
vida e seu patrimônio. Trata-se de um episódio exemplar dessa
"equalização moral" entre bandidos e vítimas.
Ademais, de que
valem campanhas de desarmamento se os bandidos têm enorme facilidade
para obter seu arsenal, até mesmo sob as barbas da Justiça? Têm sido
frequentes os assaltos a fóruns, onde ficam guardadas as armas e a
munição apreendidas e que serão usadas como prova nos processos. Sem
segurança adequada, esses locais são de "fácil acesso" para os
criminosos. O caso mais recente ocorreu em Peruíbe, no litoral sul de
São Paulo, em 2 de dezembro. Havia apenas um vigia no local, facilmente
rendido.
O fato é que as campanhas de desarmamento não são a
panaceia contra a violência, e a interpretação que se faz da legislação
vigente trata o cidadão possuidor de armas como um delinquente. Isso só é
possível num país em que as autoridades, para escamotear sua
incompetência na área de segurança pública, atribuem a responsabilidade
por parte da violência à própria vítima. Os bandidos agradecem.
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,os-bandidos-agradecem-,978008,0.htm
sábado, 1 de dezembro de 2012
ME PERGUNTO SE OCUPEI BEM O DIA OU O DESPERDICEI...
Hoje resgatei uma
pratica que algum tempo tinha deixado de lado, fui a padaria e tomei
um ótimo café com um relativo e saudavel “Bauru” e pensando no
cotidiano, decidi comprar um jornal, pois se me lembro bem, fazia
mais ou menos uns 2 anos que não ia até uma banca de jornal e dar
umas bisbilhotadas nas revistas, gibis e aquelas que na minha geração
era a sensação, gibi em formato americano com “papel” especial
e tinta brilhante (suspiros).
Após uns vinte minutos
peguei um Estadão e pedi uma bolsa de feira para levar o jornal
(risos, brincadeira), ae fui a segunda parte do meu plano, encontrar
um lugar bacana para me sentar tranquilamente e folear o meu recém
comprado e “pesado” jornal, e assim tentar matar a rotina, passei
pela primeira praça e fiquei meio intimidadado em pedir educadamente
a alguns usuarios de “dorgas”, que me cedesse uma mesinha e um
banco para que eu pudesse dar uma lidinha rapida, nem ia demorar
muito, mas, enfim! Sai em uma nova busca e quem sabe encontrar uma
mesinha, e torcendo que não tivesse um velhinho jogando domino, o
tempo já meio abafado, começei a suar e já intimamente a me
questionar, se seria uma boa ideia esta minha empreitada, começei a
imaginar, bom! Tenho um sofá macio e uma sala bem arejada, mas, logo
me repreendi e disse a mim mesmo,
- Se continuar com esta ideia, demorarei mais 2 anos para ler um jornal impresso, sentado em uma praça arborizada.
Tudo acertado
intimamente, lembrei de uma praça ao lado do batalhão da PM, e
pernas pra la, e logo que comecei a ler as matérias de capa, li algo
que me chamou a atenção, um destaque para um texto do meu querido e
primeiro autor, Marcelo Rubens Paiva “Occupy me”
Apos ler a matéria me
identifiquei no ato, ele foi ironico com ele mesmo e dizia sobre,
como temos a coragem de deixar de andar, ou fazer coisa mesmo que
pequenas, ler um livro, fazer um curso on-line, ir a um teatro mais a
noite, ou mesmo a um restaurante, pois São Paulo nos da esta opção,
outra sugestão que ele passou ligue para uma amigo, ae já me veio a
mente uma amiga, que na noite anterior discutiamos isso, sobre a
musica do Oswaldo Montenegro – A Lista, que muitos amigos se
passaram na vida de cada um e quantos tem agora? E continua com o
contato!? (fui obrigado a baixar o álbum do OM, mas, prometo que
compro um original), e pensando sobre isso, descobri que tenho só um
amigo, que mora no Paraná, pois conhecidos, colegas de farra, amigos
de mesa, ou quando precisa de algo, ae tenho muitos (suspiros), mas o
legal de tudo isso?
Fiz uma reflexão, não
joguei meus momentos na “lata do lixo” pois segundo Paiva, temos
somente uma vida (há controversas) e não devemos ficar de frente a
televisão com o controle na mão e vendo outro dia passar,
desperdiçando a raridade que e a vida.
Amanhã tentarei fazer
algo diferente, catalogarei os meus livros, se a chuva der uma
tregua, pintarei o meu apartamento para o final de ano.
Ou me agarrarei a ideia
de que temos mesmo outras vidas pela frente, e evitarei a culpa de
não fazer nada e não estragarei a resto da semana que esta por vir.
O homen que tem coragem
de desperdiçar uma hora do seu tempo não descobriu o valor da vida.
Charles Darwin.
By: Jacques Plá
terça-feira, 23 de outubro de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
CONSPIRAÇÃO, NADA E POR ACASO...
Nada e por acaso! Se houve uma abertura, se houve uma aproximação, se houve declarações nunca antes citadas, se houve sorrisos, se houve expectativas, se houve interesse, se houve elogios, se houve tudo isso, não e por acaso! A vida não e linear com o curso mecânico, ela depende de conspirações que vão se encaixando, se houve desacertos estava previsto que aconteceria, por isso devemos prestar atenção nestes pequenos detalhes não deixar que fuja de nosso alcance, pois não sabemos quando o universo irá conspirar novamente... Aproveitemos o agora, lembre-se se houve espaço para outra pessoa, e bem provável que a primeira pecou e muito durante o percurso, seja em palavras, seja atitudes ou mesmo a confiança deixou a relação, pois quando o outro lado e passível de desconfiança, isso em algum momento da relação se mostrará, fuja desta relação e viva a conspiração do Universo...
By: Jacques Plásábado, 28 de julho de 2012
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Pessoas bem-humoradas envelhecem com mais saúde...
Por outro lado, risadas constantes não são garantia de bom humor.
Você é daqueles que quando leva um tombo, logo levanta e dá risada de si mesmo? Se sim, ótimo, você está no caminho certo. Isso porque o bom humor pode manter as pessoas saudáveis e aumentar as chances de uma vida longa, segundo estudo recente da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, que avaliou mais de 53 mil pessoas durante sete anos.
Os pesquisadores descobriram, por meio de alguns testes, que os participantes que eram mais bem humorados tinham redução de até duas vezes nos riscos de morte, comparado àqueles com menor pontuação em bom humor.
Os testes realizados para medir o humor dos participantes foram três e procuraram avaliar a capacidade deles para entender o humor e de pensar de forma humorada. Os especialistas deixaram claro que o bom humor não estaria associado com risadas constantes, pois uma pessoa considerada séria pode ser mais bem-humorada do que as risonhas.
Segundo Sven Svebak, um dos pesquisadores do estudo, o humor está relacionado à forma de pensar e, frequentemente, ocorre em um processo ou em diálogos com os outros, não precisando, necessariamente, ser externalizado.
Esse estudo confirma os resultados de uma pesquisa anterior com pacientes com insuficiência renal crônica, que indicou que os bem-humorados tinham maior sobrevida. Porém, segundo os pesquisadores, o estudo novo amplia uma amostra mais significativa e envolve um grupo de pessoas que se classificam como saudáveis e outro que acredita ter saúde ruim. O efeito do senso de humor positivo foi similar em ambos os casos.
De acordo com os pesquisadores, há razões para se acreditar que o senso de humor continua a ter um efeito positivo sobre a saúde mental e a vida social, mesmo após as pessoas se aposentarem.
Video de John Lewis, muito interessante, sobre o nascimento, o viver de nossa vida, este video não tem nada a ver com o estudo...
Para se manter em "alto astral"
Segundo a psicóloga Maria de Fátima Nogueira, professora da Faculdade de Ciências de São Paulo, o bom humor é importante para manter o corpo e a mente preparados para lidar com o sucesso, os desafios, conflitos e prazeres que a vida proporciona. O estado de ânimo negativo afeta a saúde das pessoas, criando estresse, desarmonia, desequilíbrio e impedindo-as de levar uma vida saudável.
"Para cultivar o bom humor, ninguém precisa recorrer a nada mirabolante.Técnicas simples ajudarão as pessoas a se encontrarem consigo mesmas, com sua essência e despertar, na mente e no corpo, a energia da alma. Procure ter hábitos diários e saudáveis, uma rotina de boa alimentação, sono tranquilo e horas de lazer. Caminhadas, prática esportiva, passeios, ler, cantar e ouvir música são hábitos simples, mas de ótimo resultado. Não se isole, esteja sempre conversando, se relacionando", recomenda a psicóloga.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/11407-pessoas-bemhumoradas-envelhecem-com-mais-saude-diz-estudo
Você é daqueles que quando leva um tombo, logo levanta e dá risada de si mesmo? Se sim, ótimo, você está no caminho certo. Isso porque o bom humor pode manter as pessoas saudáveis e aumentar as chances de uma vida longa, segundo estudo recente da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, que avaliou mais de 53 mil pessoas durante sete anos.
Os pesquisadores descobriram, por meio de alguns testes, que os participantes que eram mais bem humorados tinham redução de até duas vezes nos riscos de morte, comparado àqueles com menor pontuação em bom humor.
Os testes realizados para medir o humor dos participantes foram três e procuraram avaliar a capacidade deles para entender o humor e de pensar de forma humorada. Os especialistas deixaram claro que o bom humor não estaria associado com risadas constantes, pois uma pessoa considerada séria pode ser mais bem-humorada do que as risonhas.
Segundo Sven Svebak, um dos pesquisadores do estudo, o humor está relacionado à forma de pensar e, frequentemente, ocorre em um processo ou em diálogos com os outros, não precisando, necessariamente, ser externalizado.
Esse estudo confirma os resultados de uma pesquisa anterior com pacientes com insuficiência renal crônica, que indicou que os bem-humorados tinham maior sobrevida. Porém, segundo os pesquisadores, o estudo novo amplia uma amostra mais significativa e envolve um grupo de pessoas que se classificam como saudáveis e outro que acredita ter saúde ruim. O efeito do senso de humor positivo foi similar em ambos os casos.
De acordo com os pesquisadores, há razões para se acreditar que o senso de humor continua a ter um efeito positivo sobre a saúde mental e a vida social, mesmo após as pessoas se aposentarem.
Video de John Lewis, muito interessante, sobre o nascimento, o viver de nossa vida, este video não tem nada a ver com o estudo...
Para se manter em "alto astral"
Segundo a psicóloga Maria de Fátima Nogueira, professora da Faculdade de Ciências de São Paulo, o bom humor é importante para manter o corpo e a mente preparados para lidar com o sucesso, os desafios, conflitos e prazeres que a vida proporciona. O estado de ânimo negativo afeta a saúde das pessoas, criando estresse, desarmonia, desequilíbrio e impedindo-as de levar uma vida saudável.
"Para cultivar o bom humor, ninguém precisa recorrer a nada mirabolante.Técnicas simples ajudarão as pessoas a se encontrarem consigo mesmas, com sua essência e despertar, na mente e no corpo, a energia da alma. Procure ter hábitos diários e saudáveis, uma rotina de boa alimentação, sono tranquilo e horas de lazer. Caminhadas, prática esportiva, passeios, ler, cantar e ouvir música são hábitos simples, mas de ótimo resultado. Não se isole, esteja sempre conversando, se relacionando", recomenda a psicóloga.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/11407-pessoas-bemhumoradas-envelhecem-com-mais-saude-diz-estudo
sábado, 10 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
ATÉ QUANDO VALE A PENA LUTAR POR UM AMOR??
:: Rosana Braga ::
Muitas vezes, vivemos relacionamentos difíceis, que nos causam muito mais tristezas, decepções e dores do que alegrias e satisfação. Mas, por algum motivo que nem nós mesmos sabemos qual é, insistimos em manter essa relação. Teimamos em tentar de novo, nos agarramos em palavras que não correspondem com a realidade nem com as atitudes tomadas pela outra pessoa. E assim, confusos e perdidos nesta sensação entre o amor que gostaríamos de viver e o que realmente estamos vivendo, não sabemos o que fazer!
Convencidos de que amamos a outra pessoa, nos enchemos de forças e coragem para lutar por ela. Mas, logo depois, percebemos que não há reciprocidade, que a pessoa não está disposta a lutar, a tentar de verdade, a cumprir o que promete e, então, vemos nossas esperanças se diluírem e a nossa dor aumentar ainda mais. Algumas pessoas adoecem, entram em depressão, sentem-se desmotivadas, afastam-se dos amigos, perdem até o emprego por causa de uma relação que mais parece uma tortura, esmagando sentimentos e desejos.
Neste momento, por mais que não queiramos ouvi-la, a pergunta se repete em nossa alma e exige uma resposta: vale a pena continuar? Vale a pena insistir? Será que existe a possibilidade de conquistar essa pessoa definitivamente?
Enfim, creio que a resposta não seja tão objetiva, especialmente porque não podemos prever o futuro com tamanha clareza. No entanto, esta é, sem dúvida, a hora de olhar para nós mesmos e nos respeitarmos, nos valorizarmos e, acima de tudo, nos amarmos. Não tenho dúvidas de que se não fizermos isso, a outra pessoa também não fará. Mas se, ao contrário, decidirmos nos reconquistar, lutar por nós mesmos, enxergarmos o que temos de bom e nos reerguermos, haverá uma saída. Ou seja, ganharemos força e discernimento para descobrirmos a resposta certa: se vale a pena ou não!
Se valer, estaremos prontos para exigirmos o que queremos desta relação, mostrando à pessoa que merecemos ser amados, respeitados e valorizados. E ela, se realmente nos amar, estará disposta a nos dar o que merecemos.
Mas se não valer, estaremos prontos para abrir mão deste relacionamento que não nos tem trazido nada de bom, que tem servido apenas para nos deixar angustiados e desesperados com tamanha indecisão, incerteza e incoerência.
Então, se você estiver vivendo um relacionamento que tem lhe causado mais dor do que alegria, eu sugiro que você se faça algumas perguntas e seja sincero consigo mesmo. A primeira é: você realmente ama esta pessoa? Se a resposta for não, então nem precisa responder as próximas questões. Mas se for sim, então pergunte-se: tem dado o melhor de você para tentar salvar a relação? Depois, avalie: a pessoa amada está disposta a salvá-la também? As atitudes dela demonstram um verdadeiro amor ou expressam indiferença, incompreensão e desrespeito?
Caso ambas estejam dispostas a se reconquistarem, é bem provável que consigam. Mas se só você estiver disposto a isto, o melhor a fazer é colocar um ponto final nesta história, pois um relacionamento se compõe de dois corações e nunca de apenas um!
Talvez, um dia, esta pessoa esteja pronta para viver esta relação e volte a lhe procurar, mas por enquanto, os fatos estão mostrando que não dá mais! Lembre-se que uma pessoa se apaixona por outra por causa de suas qualidades e depois, com a convivência, aprende a aceitar os seus defeitos. Então, cuide de você, expresse mais as suas qualidades, melhore seus pontos fracos, supere suas limitações e torne-se uma pessoa apaixonante.
Não desperdice a sua vida insistindo numa relação que não lhe faz crescer, que não torna você uma pessoa mais consciente e mais inteira. E nunca se esqueça que o Universo lhe dá exatamente aquilo que você acredita que merece! Portanto, trate de se valorizar e, assim, terá certeza absoluta de que você merece muito mais...
COMENTEM...
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
ENVELHECER SIM! ESPERAR SENTADO A MORTE NÃO...
Depois que foi inventada a era do lazer, as pessoas podem se considerar definitivamente liberadas da tediosa tarefa de cumprir o seu desiderato biológico: parir filhos e “sentar no sofá de um apartamento com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar”*. Pelo menos era o que acontecia até algumas décadas atrás, quando alguém com quarenta anos já era decadente e aos cinquenta ficava na espectativa de ganhar um modelito de pijama de madeira.
*Raul Seixas – Ouro de tolo.
Apesar das transformações nas relações sociais, uma determinada parcela da população continua cumprindo à risca o fado dos seus ancestrais: passam anos vivendo as mazelas típicas dos velhos e esperando a morte chegar. A diferença para a década de 50 e hoje são os avanços da medicina que não deixam ninguém morrer, assim, as pessoas emplacam décadas vivendo como velhos, pensando como velhos, e agindo como velhos, quando a vida lhes oferece inúmeras possibilidades bem menos abjetas.
Tenho uma teoria singela sobre a questão: as pessoas que atravessam a existência cumprindo jornadas laborais ingratas apenas para conseguirem alguma diversão nos fins de semana, ao final, quando chega a luz do fim do túnel da aposentadoria, elas descobrem que é tarde demais, já estão irremediavelmente velhas. O vídeo do Fernando é autoexplicativo sobre o que estou querendo dizer. Não sei se é pose ou a sua “verdade verdadeira”, mas o vídeo se presta a uma reflexão sobre o futuro de quem tem medo a vida inteira de chutar o balde.
Por outro lado, há pessoas que jamais envelhecem e você pode encontrar muitas delas atuando por aí independentemente da idade: Oscar Niemeyer, do alto dos seus 103 anos continua concebendo projetos maravilhosos a todo vapor. Mick Jagger, com seus 68 anos continua encantando as plateias com suas estripulias de menino no palco. Edgar Morin não permite que os seus 90 anos estagnem a sua filosofia, tanto que continua escrevendo e dando palestras ao redor do mundo. Martha Graham, a criadora da dança moderna, que morreu aos 96, dançou até os 70 anos e só parou de dar aulas com mais de 90 anos. Paulo Autran, que morreu aos 85 anos, continuou em cima do palco até o último ano antes da sua morte. Fernanda Montenegro, aos 81 anos continua ativa como uma menina serelepe. J.R.R Tolkien, o famoso escritor da trilogia “O Senhor dos Anéis” manteve-se lúcido e produzindo até ao final da sua vida aos 81 anos. Guiomar Novaes nunca parou de tocar piano genilmente, até o seu falecimento aos 85 anos. Sobral Pinto, um dos maiores juristas brasileiros, continuou produzido até o final da vida aos 98 anos.
A conclusão inevitável é que atores, músicos, escritores, artistas, cientistas, filósofos, arquitetos, juristas, enfim, gente que não tem um trabalho, mas um ofício, jamais se inativam. Por isso, as suas vidas não sofrem o corte da aposentadoria, quando as pessoas abandonam a sua atividade útil e passam a usufruir de um descanso que normalmente significa a aposentação do cérebro.
Com todas as cartas postas na mesa, jovem o que você fará da sua vida? Preferirá fazer um concurso que lhe renda um belo dinheiro e segurança, ao custo de um trabalho de macaco ensinado, ou escolherá fazer o que gosta, em que a sua criatividade será explorada, mas ao sacrifício da estabilidade financeira? As famílias, estas entidades criadas por Satanás, sempre aconselharão e coagirão para a primeira escolha. Por isto o mundo está cheios de zumbis aposentados, ou melhor, de Fernandos que devotam exclusivamente à derradeira missão de mijar de 10 em 10 minutos.
Àqueles que já viraram "Fernandos", sempre há a possibilidade de sacudir a poeira e fazer o cérebro voltar a funcionar: aprenda piano, faça Tai Chi Chuan, aprenda meditação, leia, pratique Yoga, salte de para-quedas, aprenda a pilotar avião, escreva um livro, faça um curso de pintura, veleje, viaje, escreva um poema, faça trabalhos voluntários, combata as suas apreensões e faça pelo menos uma vez na vida o que você sempre quis e nunca teve coragem. Inspire-se no exemplo do Fernando, ele montou um personagem e começou a tocar um Vlog.
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